Continidade do legado de 40 anos de Landsat

Outro vídeo falando do que podemos esperar do Landsat 8 e alguns dos seus aspetos técnicos: usos, orbita, instrumentos, resolução espectral, resolução temporal, nova técnica de varrido, centros de receção de dados. E sobretudo, confirmam que continuará a ser de livre acesso. Muito interessante, e apenas 5 minutos e meio.

TIRS – Sensor Infravermelho térmico a bordo do Landsat 8

O Thermal InfraRed Sensor (TIRS) é um dos instrumentos da missão Landsat Data Continuity Mission (LDCM). Continuará o arquivo de imagens térmicas e suportará aplicações emergentes, tal como a medição da evapotranspiração. TIRS está a ser construído pela NASA GSFC e tem uma vida útil de três anos.

Este instrumento irá a bordo do Landsat Data Continuity Mission (LDCM), que tem o lançamento programado para junho de 2013 e será o oitavo da série de satélites Landsat. Desde 1972, os satélites Landsat observaram a Terra a uma escala onde os impactos humanos e mudanças naturais podem ser monitorizadas, diferenciados, e caracterizados ao longo do tempo.

Expansão da cidade de Las Vegas

Com o motivo do 28º aniversário do satélite Landsat 5 no dia 1 de Março a NASA realizou este podcast (mais) onde se mostra um time-lapse da expansão da cidade de Las Vegas de 1972 a 2010.

As grandes áreas vermelhas são em realidade espaços verdes, principalmente campos de golfe e jardins. As imagens tornam-se mais nítidas por volta de 1984, quando um novo desenho dos instrumentos aumentou a sensibilidade.

Estas imagens de Las Vegas foram criados usando a luz refletida a partir das porções do infravermelho próximo, vermelho e verde do espectro eletromagnético (Landsat 5 TM bandas 4,3,2 e Landsat MSS 1-3 bandas 4,2,1).

O próximo satélite Landsat, Landsat 8, está programado para lançamento em janeiro de 2013.

Fonte: http://www.youtube.com/user/NASAexplorer#p/u/1/xFzdyxwx50M

Coverter imagens 0º 360º a -180 180º com GDAL

Um dia de estes estava a procurar dados para um trabalho que temos entre-mãos e deparei-me com umas imagens, as que necessitava, com os dados de 0º a 360º. Assim à primeira parece que está tudo bem e com lógica, o problema está em que por aqui gostamos de pôr a Europa no centro do mapa com os dados de -180º a 180º. Então seria necessário cortar a imagem pelo meio e a segunda metade mover-la para o lado esquerdo da primeira metade e voltar a juntar as duas partes. Parecia complicado, mas depois de googlear um pouco dei com a solução e deixo-vos aqui por se alguma vez vos passa o mesmo.

Screenshot1b

Supondo que GDAL está instalado vamos usar gdalinfo para conhecer o numero de colunas que a imagem tem.

Agora já sabemos que a imagem tem 144 colunas por 73 filas. Com gdal_translate cortamos e georeferênciamos a parte direita (este) e repetimos o processo para a parte esquerda (oeste) da imagem. Com o parâmetro -srcwin indicamos por onde cortamos imagem (coluna 72=144/2) e com o parâmetro -a_ullr a posição que queremos. No final juntamos as duas imagens com gdal_merge.py.

Este é o resultado.

Screenshot2b